quarta-feira, 5 de novembro de 2008

I don't need to fight , To prove I'm right , I don't need to be forgiven ...

Well, well, well, vamos a mais um post =D

Faz algum tempo, eu fui até o velório da mãe de uma professora (só depois eu fiquei sabendo que não era obrigado), mas sinceramente: A mãe dela morreu, ou seja, o problema é dela!!!! Como diria um amigo: tenho dó, mas nem ligo; eu mal falava com a professora, a não ser o necessário, ela nem deve saber meu nome até hoje, por que eu tenho que me importar?? Eu duvido muito que se fosse o contrário, e minha mãe tivesse morrido, ela viesse aqui me dar pêsames, e mesmo que viesse, ela nem conhecia minha mãe, ela não tinha como ter nenhuma afeição por ela, ou por mim!! Se for pra vir por obrigação, nem venha, fique em casa, acenda um cigarro, pule de cabeça na banheira, sei lá! Mas não venha aqui com uma falsa máscara de pesar me dizer que sente muito!!! Isso é um exemplo das muitas convenções sociais pelas quais o ser humano se sente obrigado a passar, fazendo o que as pessoas consideram polido ou educado ou o inferno! Detesto isso, com todas as minhas forças, por isso, evito sempre que possível seguir qualquer uma, tanto que fui no velório e nem entrei, não tinha nem o que fazer lá.

Faço isso com frequência, digo o que penso na cara da pessoa sobre quem eu penso, se ela não gostar paciência, não sou namorado(a) de ninguém para satisfazer essa pessoa, se quiser me dizer o que pensa de mim, esteja à vontade, eu tenho um conceito bem claro do que eu penso que sou, e não é a opinião de alguém que vai mudar isso.

Há outras convenções sociais, e isso é completamente desnecessário, as pessoas só são boas umas com as outras indistintamente, apesar do que acham sobre elas por que são covardes; é simples: Se eu te agredir, você vai me agredir, e vice-versa, até um dos dois ser destruído ou desistir da peleja, e ninguém quer enfrentar conflitos (quando uso a palavra agressão não quero dizer especificamente no sentido físico, pelo amor de [vazio] )

Quem sabe o mundo fosse um pouco melhor se as pessoas não fossem tão covardes a ponto de seguir essas convenções desnecessárias, talvez um pouco mais conflituoso, mas também mais sincero pelo menos...

Música do Dia: The Who - Teenage Wasteland (Baba O'Riley)


PS: Em tempo, algumas outras convenções sociais: Advogado deve vestir terno, isso foi importado de países frios, onde usar terno o dia inteiro é confortável; agora, será que é confortável usar terno o dia inteiro no meio do calor de 45ºC do verão de Fortaleza??? E pra que usar terno? Por acaso você é mais capaz quando usa terno?? Porteiro usa terno, mas ninguém chama um porteiro de doutor; defunto também usa terno, mas eu nunca vi um advogar ¬¬''

Outra convenção social ridícula: Não contratar quem usa tatuagem, a não ser que elas suguem massa encefálica e ninguém me avisou, ter uma tatuagem não faz ninguém mais ou menos burro que ninguém, então nada justifica o preconceito, só sei que se eu deixar de ter um emprego por causa de uma tatuagem que eu tenha, aquele emprego não era bom o suficiente pra mim =DD...

5 comentários:

Geisson Fernando disse...

coackstRoubando as palavras de Nietze de novo não é, Guilherme? Mas fazer o quê, as convenções sociais foram criadas pela própria sociedade, alguma utilidade devem ter, só não descobri ainda qual nesse caso =P

Leonel disse...

vc insiste q eu roubo esse cara né -.-''

O pior eh q eu nunk li nada dele

e convenções sociais sao inuteis, e sempre serao...

João Carreño disse...

utilidade nenhuma... hipócrita eh o mundo em aceitar isso... sou músico e to nem aí...
se eu for bom tocando de bermuda eu serei bom tocando de gravata e tatuagem no braço.. tanto faz... os meus dedos continuarão tocando as teclas do piano e as cordas do violoncelo... ainda
P.S. Ainda vou tocar um concerto de pijama.. com touca do naruto uahauhauh flws!!!

enD disse...

Gui! Sim, seu blog anda muito foda!
E Geisson, o Gui nem copiou desse cara. Pensamentos semelhantes, não idênticos.

Enfim, a sociedade é hipócrita, fikdik

Anderson" disse...

A pelo amor, a sociedade sempre cria seus próprios grilhões sempre foi assim e acho q sempre vai ser ela os coloca através da religião e de suas normas estranhas de etiqueta sem falar no desenvolvimento de preconceitos q se escondem nas costas dos conceitos fracos e manipuláveis q as pessoas tem a respeito de diversas diferenças (como as tatuagem q vc citou), e quando uma pessoa se liberta desses grilhões vai invariavelmente nadar contra a correnteza, independente dos motivos ou objetivos aos quais ela segue, mais assim mesmo acredito que vale apena tentar sempre ir contra o q se descorda e se vc não estiver sozinho quanto melhor do contrario ao menos vc terá tentado defender o q acha ser o certo. Em relação ao seu velório essa é uma historia bem estranha mais se vc não tinha sentimentos por nenhum dós parentes da falecida ir até lá só pra fazer volume é um tanto quanto desnecessário...

Flw ...